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Esporte

Figo, Messi e Zico, craques sem títulos?

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Foto: AP


(LONDRES) Da redação



No mundo do futebol, é comum falar que alguém é ótimo jogador, mas apenas um atleta de clube. Para alcançar o posto de lenda seria preciso vencer com a seleção de seu país. Alguns craques, como Maradona, Pelé, Zidane, Cristiano Ronaldo e Romário, além de serem decisivos em seus times, levantaram a taça da Copa do Mundo ou da Eurocopa.


Mas existem uma boa lista de grandes jogadores que nunca foram campeões por seus países. Eles não são tão craques quanto os outros? Ainda falta algo para completarem suas carreiras? O que você acha? Eis uma lista destes mitos do futebol:


Messi: O atacante do Barcelona tem cinco Bolas de Ouro, quatro títulos da Liga dos Campeões e três títulos mundiais de clube, todos pelo clube catalão. Pela Argentina, no entanto, ele vem batendo na trave. Levou a seleção para a final da Copa do Mundo de 2014 e das últimas duas Copas Américas. Perdeu todas. Messi ganhou apenas a medalha de ouro nas Olimpíadas de 2008.


Figo: Eleito o melhor do mundo em 2000 (Bola de Ouro) e 2001 (prêmio da Fifa), ele era o maior destaque da seleção portuguesa na Eurocopa 2004, disputada em casa. A equipe, treinada por Luiz Felipe Scolari, perdeu a final para a Grécia. Cristiano Ronaldo parecia que teria destino parecido, craque em seu clube, mas sem títulos por Portugal. Mas no ano passado a seleção ganhou a Eurocopa com o atacante em campo.


Zico: O craque foi um dos maiores jogadores do futebol brasileiro. Campeão mundial e brasileiro com o Flamengo, é o grande ídolo do clube. Pela seleção, no entanto, viveu a tragédia de 82, quando um dos melhores elencos da história do Brasil, com Sócrates, Zico, Júnior e Falcão, perdeu para a Itália por 3 a 2. Em 86, a seleção perdeu para a França e Zico desperdiçou um pênalti na prorrogação.


Cruyfff: Liderou uma das melhores seleções da história, a Holanda de 1974, a Laranja Mecânica que encantou o mundo. O bom futebol, no entanto, não foi suficiente. Cruyff acabou derrotado na final para a Alemanha. Em 76, na final da Eurocopa, novo fracasso, agora diante da Tchecoslováquia.