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Hillary volta a ter vantagem de dois dígitos sobre Trump, diz pesquisa

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Foto: AFP

Pies de foto: Trump e Hillary na corrida presidencial pela Casa Branca


Hillary Clinton, candidata democrata a presidente dos Estados Unidos, reconquistou uma vantagem de dois dígitos sobre o seu rival republicano, Donald Trump, nesta semana, segundo pesquisa da Reuters/Ipsos divulgada na segunda-feira (27).


A pesquisa realizada de 20 a 24 de junho mostrou que 46,6 por cento de prováveis eleitores norte-americanos apoiam Hillary, enquanto 33,3 por cento preferem Trump. Outros 20,1 por cento afirmam que não endossam nenhum dos dois.

Trump teve um aumento de apoio depois do ataque de 12 de junho em Orlando, na Flórida, quando reforçou a sua promessa de proibir muçulmanos de entrar no país, reduzindo a vantagem de Hillary para nove pontos percentuais.


Contudo, a ascensão de Trump parece ter sido somente temporária, diferentemente do que aconteceu na disputa entre os republicanos no ano passado depois dos ataques em Paris e San Bernardino (Califórnia).

A vantagem de 13,3 pontos percentuais de Hillary é praticamente a mesma que ela tinha antes do ataque de Orlando.

A pesquisa foi realizada pela internet e entrevistou 1.201 votantes de todos os 50 estados. Ela tem um intervalo de credibilidade, uma medida de precisão, de 3,3 pontos percentuais.


Sanders votará em Hillary


O pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos Bernie Sanders afirmou nesta semana que votará em Hillary Clinton, virtual candidata do Partido Democrata para as eleições de novembro e ex-secretária de Estado.

Ao ser questionado em um programa da emissora norte-americana MSNBC se votaria em Hillary, Sanders respondeu “sim”.

Ele ainda afirmou que terá como prioridade vencer o virtual oponente de Hillary, o republicano Donald Trump. “Acho que a questão aqui é que farei tudo o que eu puder para derrotar Donald Trump”, disse Sanders, que é também senador pelo Estado de Vermont.


Sanders não encerrou formalmente sua campanha, apesar de, após a realização de todas as primárias democratas, ter ficado atrás de Hillary. Para que as pré-candidaturas de Hillary e Trump sejam oficializadas e as campanhas de fato se iniciem, os dois presidenciáveis precisam obter a chancela das respectivas convenções partidárias, que ocorrerão na segunda metade de julho.