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Líder do governo Temer é alvo da Lava Jato e suspeito de tentativa de assassinato

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Eduardo Cunha e seu braço direito, André Moura



(LONDRES) Da Redação - O jornal The Guardian, que tem publicado constantemente reportagens sobre o atual momento político no Brasil, analisou o perfil de Moura e questionou o fato do deputado estar envolvido com escandâlos de corrupção e homicídio.


Escolhido por Michel Temer para liderar a sua base parlamentar na Câmara, o deputado federal André Moura (PSC-SE) é réu em três ações penais no Supremo Tribunal Federal sob a acusação de desviar dinheiro público e é investigado em pelo menos três outros inquéritos, entre eles por suposta participação em tentativa de homicídio e no esquema de corrupção da Petrobras.


O deputado também já foi condenado em Sergipe por improbidade administrativa.


O nome de Moura foi bancado pelo chamado "centrão" da Câmara e pelo deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de quem Moura é uma espécie de braço-direito.


Apesar de ser líder do nanico PSC (que tem apenas 9 deputados), Moura recebeu de Cunha importantes tarefas no Legislativo, como apoio para se tornar presidente da comissão que discutiu a redução da maioridade penal. Assíduo frequentador do gabinete e da casa de Cunha, ele faz parte da tropa de choque que tenta salvar o mandato do peemedebista no Conselho de Ética da Câmara.