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Depois dos atentados de Paris, as respostas do mundo ao terrorismo

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g20

(LONDRES) Cristiane Lebelem - A semana começou com o comunicado do Ministério de Defesa francês de que uma base militar e um campo de treinamento do Estado Islâmico foram destruídos na Síria. Aeronaves francesas atacaram no domingo a cidade de Raqqa, ao norte, uma região considerada um dos pontos de comando do grupo terrorista.


Três dias depois dos atentados de Paris, que mataram 129 pessoas, a França continua contabilizando os feridos e a destruição na sua capital, enquanto o mundo todo presta solidariedade.


O presidente francês, François Hollande, afirmou que os atentados são um "ato de guerra" e que intensificará a força militar contra o Estado Islâmico. Hollande cancelou sua participação no encontro do G20, em Antália, na Turquia. Mas o tema terrorismo seguiu sendo um dos principais focos de discussão e alinhamento do mundo no encontro de líderes.


Os líderes das 20 maiores economias do mundo estão se alinhando para trabalhar juntos contra o terrorismo. A primeira ação conjunta está sendo reforçar a fiscalização nas fronteiras e a segurança aérea.


O presidente norte-americano Barack Obama defendeu a necessidade de esforços para eliminar o Estado Islâmico, enquanto os líderes europeus seguem em negociação com a Rússia para que haja mais cooperação do leste europeu.


A imprensa londrina colocou diversos especialistas no domingo e nesta segunda-feira para analisar o risco de um atentado na capital inglesa. As autoridades locais estão em alerta.


foto: AP photo