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Turismo

Passagem rápida, porém incrível pelo Vietnã

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Ana Beatriz Freccia
@anafreccia
www.omundoqueeuvi.com


 


Durante minha viagem para a Ásia, minha estada no Vietnã foi mais curta do que eu esperava, então tive que correr contra o tempo para fazer tudo o que tinha vontade. Eliminei o sul do país, comprei um trecho aéreo promocional e voei de Phnom Penh, a capital do Camboja para Hanoi, a capital do Vietnã.


 


Hanoi é uma das cidade mais agitadas do mundo e é incrível a quantidade de motos que circulam pelas ruas e vielas espalhadas pela cidade. Enquanto isso, mulheres caminham pelas ruas chamando a atenção com seus chapéus em forma de cone, chamado de ‘nón la’, que significa chapéu de folhas e é amarrado com fios, vendendo guloseimas e frutas.


 


Mas o lugar que mais me impressionou foi a Halong Bay, uma baía que agrupa rochas, grutas, cavernas e ilhas e é cercada de montanhas de diversas formas e tamanhos. Uma das lendas em torno da Halong Bay é a de que um dragão que vivia nas montanhas correu para o mar e sua cauda demarcou a terra, formando vales que foram preenchidos com água. Apenas as montanhas e rochas apareciam na superfície, formando as ilhas que hoje são avistadas. O local foi considerado patrimônio pela Unesco e a energia que senti lá é incrível.



Percorrendo a baía de caiaque - uma das principais atracões locais - eu não conseguia me conter, tamanha a exuberância do local. Elegi a Halong Bay como um dos meus cenários preferidos e não tenho dúvidas de que por onde passei, ela é uma das paisagens mais lindas da minha vida.


 


*Ana Beatriz Freccia Rosa começou a sua volta ao mundo em 2004 quando veio morar em Londres. De lá, fez algumas viagens pela Europa e dois “mochilões” pelo Oriente Médio e parte da Ásia. Voltou para o Brasil, percorreu parte da América Latina e não conseguiu sossegar. Em 2010 partiu para mais uma aventura com passagem só de ida para o Sudeste Asiático e um período sabático na Austrália, onde viveu por dois anos e meio. Em abril de 2013 largou a casa de frente para o mar e voltou para a Terra da Rainha, onde tudo começou. Hoje trabalha para um site que conecta pessoas que querem mudar de país e escreve suas histórias no blog “O mundo que eu vi”