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Treze anos sem Jorge Amado, um dos escritores brasileiros mais famosos e traduzidos

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Há treze anos, em seis de agosto de 2001, morria Jorge Amado. Ele foi um dos escritores brasileiros mais reconhecidos internacionalmente. Nascido em Itabuna em 1912, Jorge Amado teve sua obra traduzida em diversos países, fazendo com que se tornasse um dos escritores mais traduzidos de todos os tempos. É também o autor mais adaptado do cinema, do teatro e da televisão.


 


Sucessos como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tenda dos Milagres, Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Teresa Batista Cansada de Guerra foram criações suas . A obra literária de Jorge Amado – 49 livros, ao todo – também já foi tema de escolas de samba por todo o País. Seus livros foram traduzidos em 55 países, em 49 idiomas bem como em braille e em fitas gravadas para cegos.


 


Em número de vendas, o escritor só foi superado por Paulo Coelho. Em seu estilo - o romance ficcional -, no entanto, não há paralelo no Brasil. Em 1994, a sua obra foi reconhecida com o Prêmio Camões, oferecido a autores que tenham contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural da língua portuguesa.


 


Jorge Amado foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 6 de abril de 1961, ocupando a cadeira 23, cujo patrono é José de Alencar. De sua experiência acadêmica bem como para retratar os casos dos imortais da ABL, publicou ‘Farda, fardão, camisola de dormir’, numa alusão clara ao formalismo da entidade e à senilidade de seus membros da época.


 


A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba em várias partes do Brasil. Seus livros foram traduzidos para 49 idiomas, existindo também exemplares em braile e em formato de audiolivro.


 


A obra de Jorge Amado mereceu diversos prêmios nacionais e internacionais, entre os quais destacam-se: Stalin da Paz (União Soviética, 1951), Latinidade (França, 1971), Nonino (Itália, 1982), Dimitrov (Bulgária, 1989), Pablo Neruda (Rússia, 1989), Etruria de Literatura (Itália, 1989), Cino Del Duca (França, 1990), Mediterrâneo (Itália, 1990), Vitaliano Brancatti (Itália, 1995), Luis de Camões (Brasil, Portugal, 1995), Jabuti (Brasil, 1959, 1995) e Ministério da Cultura (Brasil, 1997).