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​Lâmpadas halógenas deixam de ser comercializadas no Reino Unido

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(LONDRES) Da Redação - Desde o último dia 1º de setembro, os varejistas de toda a União Europeia, incluindo o Reino Unido, estão proibidos de comprar novos estoques das lâmpadas halógenas. A medida ocorre conforme regulamentação estabelecida em 2015 pelo bloco para estimular o consumidor a trocar as lâmpadas antigas por novas de LED, melhorando a eficiência energética e reduzindo as emissões de carbono.


Segundo a nova regra, as lojas ainda poderão vender seus estoques remanescentes de lâmpadas halógenas até que estes se esgotem. No entanto, estão proibidas de comprar novos lotes das fabricantes.

Os consumidores, por sua vez, poderão continuar usando normalmente as lâmpadas halógenas que já possuem, substituindo-as por outras de LED com o tempo.



Lampada

(Reprodução/Pixabay)


A União Europeia começou a eliminar gradualmente as lâmpadas incandescentes em 2009. A isto seguiu-se a proibição, em 2016, das lâmpadas halógenas direcionais.


Apesar de significativamente mais baratas, as lâmpadas halógenas duram em média dois anos e utilizam cerca de cinco vezes a quantidade de energia das lâmpadas LED, que duram de 15 a 20 anos.


De acordo com a Energy Saving Trust, uma lâmpada halógena consome cerca de £ 11 de eletricidade por ano, enquanto uma lâmpada LED custa apenas cerca de £ 2 por ano.


Apesar do Brexit, o Reino Unido ainda aplica as regulamentações do bloco em seu território ao menos até que a separação seja concluída, em 29 de março do ano que vem. Além disso, muitos fabricantes de iluminação apoiam a proibição e, portanto, é improvável que produzam lâmpadas especiais apenas para o mercado britânico.