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Comportamento

​Sua intuição é sua conselheira e guia

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Por Dulce Rocha* - Quem não viveu ainda uma experiência, na qual a mente ditava um percurso diferente daquele que uma inspiração, mais ou menos determinava ou indicava? Pois essa voz interior, docemente convicta, nos guia à opção correta.


Ela pode manifestar-se de forma serena, conduzindo nossa atenção para o lugar certo ou determinada, ocupando o lugar da lógica. Quando, por vezes, vem suave, o som interno da mente torna-se concorrente e o racionalismo vence muitas vezes, levando-nos a resultado menos sucedido ou até fracassado. Essa foi nossa opção e acatamos as consequências – ninguém vai fazê-lo por nós.


Hoje em dia, felizmente, o ser humano está mais apto a seguir sua voz interior, conselheira e guia, largando para trás tudo o que é para ser tornado passado e correndo seguro para um presente mais próximo daquilo que seu nome determina – uma prenda (sinônimo de presente).



Intuicao


As pessoas estão, em geral, procurando trazer arte e poesia as suas vidas, isto é, incluir prazer realizador, aliado às responsabilidades que são esperadas delas. É sabido que num mundo novo, no qual todas as escrituras mencionam, todos os seres humanos serão talentosos, até porque a arte é uma forma de emancipação de virtudes e poderes naturais, inerentes a cada ser.


Na sua forma original, o ser humano é pureza, paz, amor, alegria e sabedoria, e esse chamamento ou inspiração começou a gritar bem alto há alguns anos, à medida que o flagelo da guerra, do ódio, do estupro indicava ascensão absolutamente inconcebível.


Assim, na generalidade todos estamos, de alguma forma, nos superarando e influenciando positivamente os que nos rodeiam. Até mesmo aqueles, que por vezes nos criticam, recebem essa semente de transformação, a qual germinará em suas vidas, a seu tempo.


Recordo neste momento, como exemplo, a forte e crescente corrente de inspiração vegan, alertando não só para a violência sobre os animais, seres inocentes a quem lhes é arrancado o afeto de suas crias ou que sentiram a morte lhes chegar em seguida, como também os malefícios tóxicos de uma alimentação responsável pela crescente difusão do câncer em humanos.


Em resumo, sempre que seguirmos a voz da razão (do racionalismo, da lógica) estaremos de alguma forma, consciente ou inconsciente, seguindo uma tendência, uma tradição, um lugar comum, porque isso nos é confortável – seguir sem parar para pensar, isto é, sentir. Quando assim acontece, sabemos que é melhor nem pensar ou sentir, porque implicaria mudança e talvez não estejamos com vontade de mudar. Então podemos considerar que sempre que a nossa intuição sugere algo, ela nos conduz à mudança para melhor, nova aprendizagem, forma de estar e viver, que nos vai conduzir de alguma maneira à nossa forma original, começando por gritar bem alto em nossa mente, dentro do nosso peito.


Siga sua conselheira e guia. Seja feliz!


* Dulce Rocha é Coach, Professora e Terapeuta Holística